Paróquia de Ruivães. O que por cá se passa e muitos não sabem!

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Renúncia de Braga para a «Casa Alavanca»

O fruto da renúncia quaresmal da diocese de Braga será orientada para a criação dum espaço capaz de recolher, durante todo o ano, tudo o que “seja útil aos pobres (material) e que, para nós, seja desnecessário” – realça a mensagem da Quaresma de D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga. E acrescenta: “Ao mesmo tempo, ampliaremos o refeitório Social e criaremos um local para acolhimento temporário de carenciados”.

 

Ver notícia na: Agência Ecclesia

Ver ainda: Contributo Penitencial, e a Mensagem Quaresmal de D. Jorge Ortiga

 



publicado por Padre às 23:08
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Nova Paróquia na Arquidiocese

Decreto
 

Dado o aumento populacional e a conveniência para tratamento de questões relacionadas com o poder civil;

Tendo sido ouvido o Conselho Presbiteral, de acordo com o estipulado pelo cânone 515, § 2, e seguidos os trâmites exigidos, integrados no Processo n.º 5110 / 2008 da Cúria Arquiepiscopal de Braga, nada obstando;

D. JORGE FERREIRA DA COSTA ORTIGA, por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica, Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, no uso da sua jurisdição:

Erige a Paróquia de São Simão de Novais, Concelho e Arciprestado de Vila Nova de Famalicão e Arquidiocese de Braga. Mais decreta que os seus limites territoriais serão coincidentes com os da freguesia de Novais já existente.

Para memória, se outorga, por escrito, o presente Decreto, que vai assinado em nome da autoridade canónica competente, o Bispo Diocesano, (cânon 312 § 1, 3º do Código de Direito Canónico), e autenticado com o selo branco da Arquidiocese.

O acto fica registado na Cúria Arquiepiscopal, no aludido processo e na Secção das Paróquias.

Braga, 8 de Janeiro de 2009.

In: Arquidiocese de Braga



publicado por Padre às 14:33
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Arcebispo de Braga critica "burocracia exagerada" da Segurança Social

«O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, criticou hoje os serviços da Segurança Social, considerando que “o excesso de burocracia chega a tirar a vontade de trabalhar aos centros paroquiais”.»

«(...)questionado pelos jornalistas sobre a situação que lhe é transmitida pelas paróquias no que toca a problemas sociais, D. Jorge Ortiga disse que a Igreja tem uma rede de centros paroquiais, com actividade social, com grande proximidade com os cidadãos, o que lhe permite conhecer bem a realidade. “O que me dizem é que pode haver um aumento da exclusão social”, afirmou o Arcebispo, também Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, sustentando que os voluntários da Igreja fazem um trabalho silencioso e nem sempre conhecido de ajuda às famílias, quer distribuindo bens quer no apoio domiciliário.»

«O Arcebispo lembrou que numa recente visita a uma paróquia lhe foi dito que a imigração para Espanha estancou, com o consequente problema de desemprego para os mais jovens. “À Segunda-feira saíam dois autocarros com trabalhadores para Espanha e agora não sai nenhum”, disseram-lhe.»

Ver: Agência Ecclesia



publicado por Padre às 16:37
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A Arquidiocese em Fátima

Celebração Nacional em 24 e 25 de Janeiro

A Conferência Episcopal Portuguesa, no intuito de tornar o Ano Paulino uma autêntica proposta pastoral, endereçou aos católicos de Portugal uma Carta Pastoral. Aí são elencadas diversas iniciativas que não podem ser votadas ao esquecimento.

 

Ver: Arquidiocese de Braga

 



publicado por Padre às 16:24
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Tomar Conta da Palavra...

Convido a ler a Carta Pastoral que o nosso Arcebispo Primaz, Dom Jorge Ferreira da Costa Ortiga, dirigiu hoje a todos os "caros diocesanos", onde fala do Plano Pastoral deste triénio (2008-2011) centrado na Palavra, e enuncia algumas considerações que ajudem a discernir caminhos de renovação pastoral marcados pela Palavra.

 

 

Ver: Arquidiocese de Braga



publicado por Padre às 16:11
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Seminário deve ser uma causa comum

 

O Arcebispo Primaz apelou ontem às comunidades paroquiais e famílias para que se interessem mais pelos Seminários. D. Jorge Ortiga pediu também que os Seminários sejam uma «causa comum» das dioceses de Braga e de Viana do Castelo.

«Se assim fizermos, mais cedo ou mais tarde, teremos os padres que a Igreja precisa», disse o prelado na missa celebrada na igreja de São Paulo, em Braga, no final da sessão de abertura solene do ano lectivo, que este ano foi transferida de quinta-feira para domingo, coincidindo assim com o encerramento da Semana dos Seminários. O apelo do Arcebispo de Braga foi feito na presença do Bispo de Viana, das equipas formadoras dos seminários de Braga e de Viana e de um grupo de párocos.

In: DIÁRIO DO MINHO, Publicado a 17-11-2008 pag. 18



publicado por Padre às 22:24
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008
Festas (religiosas?)

«É vergonhoso! É escabroso! É sacrílego!

Urge que as comissões de festas tomem medidas. Urge que os oárocos o impeçam. É imperioso que os bispos o proíbam e exijam. As festas religiosas - religiosas insisto - em honra do Senhor, de Nossa Senhora e dos Santos estão poluídas por uma música pimba, grosseira, ultrajante, de rés-do-chão, ofensiva da mais elementar sanidade mental, com um vocabulário prostituído, de sarjeta, eda mais baixa condição. Essas músicas intervalam as devoçãoes religiosas, antecedem e sucedem o Terço, a Eucaristia e as procissões.

Por favor, retirem já essa música! Criem um ambiente de ar puro e deixem de ultrajar o que nos resta de sagrado. Já! Urgentemente!»

In: O Jornal de Vieira, nº 838 de 15 de Setembro de 2008

 

«5- A programação de qualquer festa religiosa, seja na Igreja paroquial seja numa capela ou santuário, promovida quer por uma Comissão ou Mordomia, quer por uma Confraria ou Irmandade, deve ser feita em comunhão com o Pároco que, como primeiro e principal responsável por qualquer festa religiosa, deve ser sempre o elo de unidade e comunhão. Evite-se o esbanjamento de verbas em programas festivos com número exagerado de conjuntos, bandas, etc. tantas vezes em duplicado e amontoados, sem grande espaço no local e tempo para actuarem. Convidar por bairrismo, espírito de vaidade e de competição e porque se tem dinheiro, não deve ser o critério a utilizar. Satisfazer, com a programação feita, uma só camada etária da comunidade esquecendo a maioria do povo; gastar irresponsavelmente em festas estrondosas as esmolas dos fiéis, quando se sente a falta do mínimo de estruturas para um trabalho pastoral eficiente, ou há carências notórias nas populações; esquecer o espírito cristão e as dificuldades económicas gerais em que se vive, não é bom nem justo

   In: Orientações pastorais sobre festas religiosas

Braga, 4 de Janeiro de 2004, Festa da Epifania do Senhor.

D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga
Arcebispo Primaz


publicado por Padre às 15:32
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
O dinheiro nas Imagens Religiosas

Orientações pastorais sobre festas religiosas

  

«A Igreja estima e deseja as festas, pois fazem parte da existência humana e constituem uma das formas de viver e manifestar publicamente a nossa fé. Destinam-se a promover o culto devido a Deus, a Nossa Senhora e aos Santos e constituem um meio de são convívio, recreio e promoção cultural, na variedade das suas expressões.

  (...)

 Cada paróquia, nas suas várias instâncias de participação e corresponsabilidade, dever-se-á sentir na necessidade de reflectir, com sentido crítico e em esforço pedagógico, sobre as festas religiosas que promove, o que haverá nelas de menos bom ou abusivo, porque é que isso acontece e como proceder para que se conformem com o verdadeiro sentido cristão, a solidariedade social, a diversão sadia e a promoção cultural da comunidade.

Se as festas são religiosas, é evidente que devem ser promovidas por pessoas que tenham a vivência da fé, o sentido de Igreja, a estima do povo e a disposição de cumprirem as normas sobre as festas religiosas. Porque nem sempre assim acontece (...)

  

10- As procissões podem ser ocasião privilegiada de catequese. Contudo, para atingir esse objectivo, devem decorrer com dignidade e manter-se imunes de qualquer infiltração de manifestações pagãs, contrárias à doutrina da Igreja. Também elas têm de ser pensadas e preparadas. A improvisação e o desleixo banalizam e destroem. (...) É necessário que, sem desistir mas com prudência, se vá esclarecendo, onde ainda não se conseguiu acabar com esse costume, que não é de bom gosto nem de sentido evangélico afixar dinheiro nas imagens ou nos seus mantos (...)»

 

  
Braga, 4 de Janeiro de 2004, Festa da Epifania do Senhor.

D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga
Arcebispo Primaz
 

  

Deixo aqui apenas esta imagem para servir de exemplo.

 



publicado por Padre às 23:33
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