Paróquia de Ruivães. O que por cá se passa e muitos não sabem!

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
A carroça vazia

Estávamos de férias no sul, numa cabana. Certa manhã, o meu pai convidou-me a dar um passeio pelo bosque e aceitei com alegria, porque sair com ele era grandioso para mim. Partilhava comigo muitas coisas da sua vida: a sua experiência, as suas anedotas de quando ele tinha doze anos, tal como eu agora. De repente, ele deteve-se no meio do bosque e disse-me:

- Guarda silêncio e escuta. Que ouves?

 
Pus os meus ouvidos atentos durante uns segundos e respondi:
- O canto dos pássaros!
 
- E não ouves mais nada? – perguntou-me.
 
Pus mais atenção e disse:
-Sim, ouço o barulho de uma carroça pelo caminho.
 
- Isso mesmo – respondeu-me o meu pai – é uma carroça vazia.
 
Então perguntei-lhe:
- Como sabes que é uma carroça vazia se não a vemos?
 
- É muito fácil saber quando uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia está a carroça maior é o barulho que faz – disse o meu pai.
 
Fiz-me adulto; e até ao dia de hoje quando vejo uma pessoa tagarela, a falar muito alto, prepotente, querendo ser o centro, fazendo notar que sabe tudo, recordo-me do que me ensinou o meu pai:
- Quanto mais vazia está a carroça, maior é o barulho que faz.
 
Pensem nisto...

 



publicado por Padre às 23:47
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
A Paz Universal

Para ler AQUI

 



publicado por Padre às 12:00
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009
Falem bem, falem mal...

"Falem bem, falem mal. Quando falam de mim é bom sinal."



publicado por Padre às 07:03
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A queixaria

Ver em Confessionário dum Padre

ou em Padre Martinho

 



publicado por Padre às 01:00
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
Descobrir o oculto

 

Deus pedirá contas, no dia de juízo, de tudo o que está oculto,
quer seja bom, quer seja mau. (Eclesiastes 12, 14)
 
Há quem se humilhe sob o peso da dor, mas o seu interior está cheio de malícia.
Esconde o rosto e faz-se passar por surdo; quando não for descoberto, dominar-te-á.
Se, por falta de forças, deixa de pecar, logo que tiver ocasião, praticará o mal.
Pelo semblante se conhece um homem, pelo aspecto do rosto se reconhece o sábio.
A maneira como um homem se veste e como sorri, e a sua maneira de andar
revelam aquilo que ele é. (Eclesiástico 19, 26-30)
 
Com efeito, os meus olhos estão postos sobre os seus caminhos,
que não me são ocultos, nem as suas iniquidades escapam à minha vista.
Primeiramente, pagarei a dobrar o salário das suas iniquidades e dos seus pecados,
porque profanaram a minha terra
e com os restos imundos dos seus ídolos
encheram a minha herança de abominações. (Jeremias 16, 17-18)
 
(...) não há nada escondido que não venha a descobrir-se,
nem há nada oculto que não venha a ser conhecido.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça. (Marcos 4, 22-23)

 

 



publicado por Padre às 23:50
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
COISAS FORA DE MODA

Ver em: Padre Martinho

 



publicado por Padre às 23:34
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Liturgia da Palavra

Tempo Comum IV - Sexta

 

Deus disse: «Eu não te abandonarei nem te desampararei». Assim poderemos dizer confiadamente: «O Senhor é por mim: nada temo; que poderão fazer-me os homens?».

(Hebr 13, 5b-6)
 

O Senhor é minha luz e salvação: a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida: de quem hei-de ter medo?

(Salmo 26 (27), 1)

 



publicado por Padre às 22:08
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Nem o Rei, nem o Bispo, nem o Papa…

 

Seja qual for a posição e consideração social de que se goze, ninguém está livre de ver o seu nome enxovalhado na rua, por difamação e calúnia que um qualquer escroque resolva lançar-lhe, movido pelos mais insondáveis e negros propósitos.
(…)
Como ninguém se pode admirar que, numa nação em que a iliteracia campeia e em que a maioria da imprensa não sabe fazer jornalismo de investigação e tem ao seu serviço alguns profissionais sem escrúpulos, que confundem boatos e suspeições com factos noticiáveis, não raro se assista a verdadeiros julgamentos populares que, tantas vezes, têm manchado a honra de pessoas sérias.
(…)
Uma velha história que se costuma contar aos mais pequeninos diz que «à morte ninguém escapa, nem o Rei, nem o Bispo, nem o Papa» e logo a seguir, para dourar jovialmente tal inevitabilidade, acrescenta: «Mas hei-de escapar eu. Meto-me numa panelinha, tapo-me bem tapadinho, a morte passa e eu digo: aqui não está ninguém, passe por lá muito bem!»

 

 

In: Diário do Minho, Edição Número 28400, 5 de Fevereiro de 2009



publicado por Padre às 00:34
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